Quando a execução já está em andamento, muitos consumidores acreditam que não há mais nada a fazer, mas a verdade é mais complexa: tudo começa analisando o contrato.
Se existe abusividade, a estratégia segue um caminho. Se não existe, o trabalho é outro: minimizar os danos e reconstruir o controle da dívida.
Nesses casos, a atuação passa por negociações diretas com a instituição financeira, buscando acordos compatíveis com a realidade da pessoa e não com a lógica automática dos sistemas bancários.
O ponto de atenção é claro: refinanciar para “resolver rápido” costuma transformar uma dívida difícil em uma dívida eterna. Parcelas maiores, juros acumulados e um prazo que nunca termina. O objetivo não é multiplicar contratos, mas reduzir a dívida dentro dos limites legais, com acordos estruturados e decisões pensadas. Por isso, informação e orientação correta fazem diferença real na rotina de quem enfrenta uma execução.
A Garrastazu Advogados possui mais de 25 anos de experiência e atua em diversas áreas do Direito, inclusive no Direito Civil e Bancário.
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