Precisa de um advogado especialista em direito médico? Saiba quando e como contratar

Garrastazu Advogados
Garrastazu Advogados Atendimento ao Cliente
24/03/2025 21 minutos de leitura
Precisa de um advogado especialista em direito médico? Saiba quando e como contratar

Fonte: Freepik.com

Se você passou por um atendimento de saúde que resultou em complicações, dúvidas ou prejuízos, este guia é para você. Aqui, reunimos as informações essenciais para ajudar quem desconfia ter sido vítima de erro médico — desde quando procurar ajuda até como funciona um processo judicial.

Com linguagem acessível e conteúdo técnico confiável, este artigo mostra os caminhos legais disponíveis e como um advogado especialista pode fazer toda a diferença na busca por justiça e reparação. Acompanhe e saiba como agir com segurança.

O que faz um advogado especialista em direito médico?

O direito médico é uma área altamente especializada, que une os conhecimentos do direito com os aspectos técnicos da medicina, exigindo preparo específico do profissional da advocacia que atua nesse campo.

O advogado especialista em direito médico lida diretamente com demandas complexas, tanto de pacientes que sofreram algum tipo de erro médico, quanto de médicos, hospitais, clínicas ou operadoras de plano de saúde que precisam de defesa em ações judiciais.

Esse profissional atua na intersecção entre o direito civil, a legislação da saúde e o sistema de saúde, e está preparado para interpretar documentos médicos, relatórios de avaliação médica, normas técnicas, diretrizes clínicas e regulamentos éticos do setor.

Áreas e temas atendidos pelo advogado especialista:

  • Responsabilidade civil por erro médico: Quando há negligência, imprudência ou imperícia e o paciente sofre danos físicos, psicológicos ou estéticos.

  • Judicialização da saúde: Casos em que o paciente busca garantir acesso a exames, medicamentos ou procedimentos negados pelo plano de saúde.

  • Defesa técnica de médicos: Em processos judiciais ou ético-disciplinares, especialmente diante do Conselho Regional de Medicina (CRM).

  • Consultoria jurídica preventiva: Apoio a clínicas e hospitais para evitar falhas jurídicas na prestação dos serviços de saúde.

O que diferencia esse tipo de advocacia?

O advogado especializado em direito médico domina questões específicas da relação entre paciente e profissional da saúde.

Ele entende que as informações técnicas da medicina nem sempre são facilmente compreendidas no campo jurídico, e por isso atua como ponte entre essas áreas distintas, traduzindo com precisão o que aconteceu e buscando o melhor resultado judicial ou extrajudicial possível.

É esse domínio de temas sensíveis, técnicos e muitas vezes urgentes que torna indispensável a atuação de um profissional verdadeiramente especializado.

Quando um paciente deve procurar um advogado por erro médico?

Nem todo resultado insatisfatório em um tratamento configura um erro médico.

No entanto, quando há razão para suspeitar que houve falha na atividade médica, é fundamental que o paciente busque orientação jurídica especializada. O advogado em direito médico está preparado para avaliar os acontecimentos clínicos, analisar os documentos e indicar se existe ou não uma violação dos direitos do paciente.

De modo geral, deve-se procurar um advogado quando há sinais de que um ato médico causou danos evitáveis — como agravamento da condição de saúde, sequelas físicas ou psicológicas, ou até mesmo a perda da qualidade de vida. Isso pode envolver cirurgias mal indicadas ou mal executadas, diagnósticos errados, falhas em procedimentos, omissão de socorro, entre outros.

Situações em que o paciente deve buscar ajuda jurídica:

  • Sofreu complicações após atendimento que não seguiu protocolos da boa prática médica;

  • Foi submetido a procedimento sem o devido esclarecimento ou consentimento;

  • Teve tratamento negado por plano de saúde em situação urgente;

  • Percebeu que houve omissão de exames, laudos ou informações relevantes;

  • Se sente vítima de injustiça ou abandono durante o atendimento.

Por que é importante agir com orientação especializada?

O direito médico é uma área que exige formação técnica e conhecimento específico. A atuação do advogado não é apenas reativa — ela serve também para proteger a vítima, preservar provas e orientar sobre o melhor caminho, seja no âmbito judicial ou extrajudicial.

O advogado busca respostas concretas sobre o que ocorreu, identifica se houve falha, e propõe medidas para garantir a reparação de danos, que podem incluir compensações financeiras, continuidade de tratamento ou responsabilização do profissional. Assim, o paciente deixa de estar sozinho diante da dor ou da dúvida e passa a contar com um suporte jurídico comprometido com a verdade e a justiça.

Como saber se houve erro médico no meu caso?

Saber se houve um erro médico nem sempre é simples para o paciente, já que muitos dos acontecimentos envolvem termos técnicos e decisões tomadas no campo da medicina. No entanto, é possível identificar sinais que merecem atenção e, a partir deles, buscar uma resposta objetiva com apoio jurídico especializado.

O primeiro passo é compreender que nem toda complicação configura erro. Mesmo quando o tratamento não produz o resultado esperado, o médico pode ter agido dentro das boas práticas e dos limites da ciência. O erro médico, por outro lado, ocorre quando há uma conduta inadequada que viola os deveres éticos ou técnicos esperados de um profissional de saúde.

Formas de identificar um possível erro:

Existem momentos em que o paciente precisa mais do que explicações médicas — ele precisa de respostas jurídicas. Quando os acontecimentos do atendimento geram dúvidas sobre a conduta adotada, é hora de buscar um advogado especialista em direito médico. Isso porque, em muitos casos, a falha pode configurar um ato ilícito que afeta diretamente os direitos do paciente e sua qualidade de vida.

Uma das principais razões para buscar orientação jurídica é quando o paciente sofre complicações após um tratamento que, claramente, não seguiu os protocolos reconhecidos pela boa prática da atividade médica. Nesses casos, não se trata de um risco esperado, mas de uma falha que poderia ter sido evitada com cuidado e técnica adequados.

Outro ponto de atenção é quando o paciente é submetido a procedimentos médicos sem o devido esclarecimento, ou seja, sem que tenha sido informado corretamente sobre os riscos, alternativas e consequências. A falta de consentimento informado fere a autonomia do paciente e é uma violação ética grave.

Situações de urgência em que o plano de saúde nega tratamento essencial também exigem ação imediata no âmbito jurídico. Essa negativa pode comprometer a recuperação do paciente ou até mesmo colocá-lo em risco de morte.

A omissão de exames, laudos ou informações relevantes por parte de profissionais de saúde também justifica a atuação da advocacia especializada, pois fere o dever de transparência e pode ocultar um erro médico grave.

Por fim, sempre que o paciente se sente vítima de injustiça ou abandono durante o atendimento — seja por desatenção, desrespeito ou tratamento negligente — há espaço para avaliação jurídica. A depender da situação, ele pode ter direito à reparação por danos materiais, morais ou até à responsabilização do profissional, com base na formação técnica exigida pela medicina e no respeito à dignidade da pessoa humana.

O que fazer diante da suspeita?

Se você desconfia que foi vítima de um erro médico, o ideal é reunir todos os documentos do caso — prontuários, exames, laudos — e buscar um advogado especialista na área. Esse profissional irá avaliar, de forma técnica e jurídica, se houve falha na conduta médica e se existe o objetivo de reparação por meio de ação judicial ou extrajudicial.

A atuação jurídica nesse momento é essencial para transformar a dúvida em resposta concreta, garantindo que o paciente conheça seus direitos e tenha acesso à justiça, caso tenha sido de fato lesado.

Quais são os documentos importantes para levar ao advogado?

Ao suspeitar de um erro médico, é fundamental reunir os documentos que servirão como base para a análise jurídica do caso. Esses registros são essenciais para que o advogado especialista em direito médico possa compreender os fatos com precisão, identificar se houve falha e, principalmente, construir uma estratégia eficaz de proteção dos direitos do paciente.

Diferente de outras áreas do direito, os casos envolvendo saúde exigem a comprovação detalhada da conduta dos profissionais, da evolução clínica do paciente e dos danos sofridos. Por isso, quanto mais completo for o material apresentado, maiores as chances de êxito em uma ação.

Documentos que devem ser levados com destaque:

  • Prontuário médico completo (ou eletrônico), com todas as anotações, prescrições e relatórios da equipe de saúde;

  • Exames laboratoriais e de imagem, como radiografias, tomografias, ultrassonografias, entre outros;

  • Receitas médicas e prescrições, que ajudem a comprovar o tipo de tratamento indicado;

  • Laudos de alta hospitalar, relatórios pós-operatórios e qualquer documento com a descrição do atendimento recebido;

  • Comunicações com o plano de saúde, em caso de negativa de cobertura;

  • Registros fotográficos de lesões, sequelas ou alterações estéticas;

  • Comprovantes de despesas médicas, medicamentosas e de deslocamento;

  • Relato detalhado do paciente, com datas, nomes dos profissionais envolvidos e descrição dos acontecimentos.

Esses elementos ajudam a demonstrar não só a falha no atendimento, mas também a extensão dos prejuízos, inclusive para fins de pedido de dano moral. Em muitos casos, a falta de documentação pode dificultar o processo — por isso, manter tudo organizado e levar esse material logo no primeiro atendimento com o advogado é um passo essencial para garantir sua defesa.

A área da saúde envolve temas delicados e técnicos, e é com base nesses documentos que o especialista poderá agir com segurança jurídica, sempre com foco na proteção dos seus direitos.

Como funciona o processo judicial por erro médico?

O processo judicial por erro médico é uma das frentes mais sensíveis dentro do direito médico, pois envolve situações em que a saúde e a dignidade do paciente foram comprometidas. É nesse contexto que o sistema de Justiça atua para analisar erros médicos, atribuir responsabilidades e, se for o caso, garantir a devida reparação dos danos sofridos.

Trata-se de uma demanda judicial de responsabilidade civil, cujo objetivo é apurar se houve falha na atuação de profissionais ou instituições de saúde e, em caso positivo, assegurar a indenização pelos prejuízos causados ao paciente — sejam eles físicos, morais, estéticos ou materiais.

Etapas do processo judicial por erro médico:

  1. Análise inicial da viabilidade do caso: feita por um advogado especialista em direito médico, com base nos documentos do paciente.

  2. Ajuizamento da ação: o advogado ingressa com o processo no âmbito cível, apresentando os fatos, provas e pedido de indenização.

  3. Defesa dos réus: médicos, hospitais ou planos de saúde apresentam sua versão, podendo negar o erro ou a responsabilidade.

  4. Fase de instrução e produção de provas: é onde ocorrem as perícias médicas, oitiva de testemunhas e análise técnica dos fatos.

  5. Sentença e eventual recurso: o juiz decide se houve ou não erro médico e, se sim, determina a forma de indenização pelos danos.

O que pode ser pedido na ação?

  • Danos morais, pela dor, sofrimento e impacto emocional causado ao paciente;

  • Danos materiais, como custos com novos tratamentos ou perda de renda;

  • Danos estéticos, quando há sequelas visíveis ou deformidades permanentes;

  • Pensão vitalícia, nos casos de incapacidade para o trabalho.

Esses processos podem ser complexos e levar tempo, mas são ferramentas fundamentais para garantir justiça e responsabilização de quem atuou com falha. A atuação do advogado é decisiva para interpretar corretamente os fatos, demonstrar a responsabilidade civil e conduzir o caso com firmeza e conhecimento técnico.

Por isso, contar com um profissional experiente em direito médico é indispensável para transformar uma experiência de dor em uma ação estruturada que realmente faça valer os direitos do paciente.

Quais tipos de indenização podem ser pedidas por erro médico?

No processo por erro médico, o principal objetivo é garantir que o paciente seja integralmente indenizado pelos prejuízos sofridos. A depender do caso, os pedidos podem abranger diferentes tipos de danos, acumuláveis entre si:

Danos morais

São solicitados quando o paciente experimenta sofrimento, angústia, constrangimento ou abalo psicológico em razão do erro. Situações como perda de confiança no sistema de saúde, dor intensa, humilhação ou traumas emocionais justificam esse tipo de indenização. O valor será fixado com base na gravidade do caso, no tempo de sofrimento e nas circunstâncias pessoais da vítima.

Danos materiais

Referem-se a prejuízos financeiros comprováveis. Incluem gastos com consultas, cirurgias reparadoras, medicamentos, tratamentos complementares, deslocamentos e tudo o que foi necessário para lidar com as consequências do erro. Também é possível incluir valores pagos anteriormente ao tratamento falho.

Danos estéticos

São indenizações por sequelas visíveis ou deformidades resultantes do erro médico — como cicatrizes, assimetrias ou alterações físicas permanentes. A jurisprudência brasileira reconhece que esse tipo de dano é distinto do dano moral e pode ser indenizado separadamente.

Pensão vitalícia ou temporária

Nos casos em que o erro compromete a capacidade de trabalho do paciente, é possível pedir pensão proporcional à perda dessa capacidade. Se a vítima se tornar totalmente incapaz ou dependente de terceiros, pode-se requerer pensão vitalícia.

Lucros cessantes

Quando o erro médico impede o paciente de exercer sua profissão e gerar renda, ele pode pleitear o ressarcimento do que deixou de ganhar. Isso é muito comum com profissionais liberais e autônomos.

Esses pedidos devem ser calculados com cuidado e fundamentados por provas. A atuação do advogado especialista em direito médico é essencial para garantir que cada tipo de dano seja corretamente identificado e valorado no processo.

Como escolher um bom advogado especialista em direito médico?

Escolher um advogado especialista em direito médico é um passo decisivo para quem busca justiça após sofrer com erros médicos. Esse tipo de demanda exige mais do que conhecimento jurídico geral — é necessário domínio técnico sobre o funcionamento do sistema de saúde, a atuação dos profissionais da área médica e os critérios legais que definem responsabilidade civil por falhas na assistência.

Por isso, é essencial avaliar a formação e a atualização do profissional que irá conduzir seu caso. O direito médico é uma área em constante transformação, com novas decisões judiciais, atualizações normativas e debates éticos envolvendo procedimentos e condutas médicas. O advogado precisa estar preparado para lidar com essa dinâmica e, ao mesmo tempo, traduzir termos técnicos da medicina para a linguagem jurídica.

O que observar na hora de escolher:

  • Especialização comprovada em direito médico ou direito da saúde;

  • Atuação frequente em processos de erro médico, com experiência real;

  • Capacidade de analisar documentos médicos com apoio de profissionais técnicos;

  • Atualização constante em decisões judiciais e mudanças legislativas;

  • Comprometimento com a causa do paciente e sensibilidade diante do sofrimento alheio.

Além disso, a qualidade do atendimento também conta. Um bom advogado deve oferecer escuta atenta, orientação clara e explicações acessíveis ao cliente, que muitas vezes está fragilizado emocionalmente.

Ao confiar seu caso a um profissional preparado, o paciente aumenta significativamente as chances de sucesso. Mais do que processar, o advogado especialista em direito médico é o responsável por transformar a dor em ação concreta, com base técnica, ética e respeito à dignidade da pessoa.

Qual o prazo para entrar com uma ação por erro médico?

O prazo para entrar com uma ação judicial por erro médico é um dos pontos mais importantes a ser observado por quem busca a reparação de danos. Deixar o tempo passar pode levar à perda do direito, mesmo quando o paciente tem razão.

No âmbito do direito civil, os casos de responsabilidade por falha na prestação de serviços de saúde geralmente seguem o prazo prescricional de cinco anos, conforme previsto no artigo 27 do Código de Defesa do Consumidor. Esse é o prazo aplicado à maioria das ações de indenização por erro médico, quando a relação entre paciente e médico ou hospital é vista como relação de consumo.

Quando o prazo começa a contar?

O prazo começa a contar a partir do momento em que o paciente descobre o dano — o que nem sempre ocorre imediatamente após o atendimento. Em muitos casos, os resultados do erro só se manifestam semanas ou meses depois, como no caso de uma infecção pós-cirúrgica, diagnóstico errado ou sequela permanente.

Por isso, é fundamental buscar orientação jurídica especializada assim que houver suspeita de falha, para avaliar o caso, reunir provas e tomar as medidas legais dentro do tempo legal.

O papel da advocacia especializada

A atuação de um advogado especialista em direito médico é decisiva para preservar os direitos do paciente. Esse profissional entende os detalhes técnicos e jurídicos da situação, além de orientar com precisão sobre prazos e estratégias. O Poder Judiciário exige provas robustas e argumentos bem fundamentados, e a advocacia especializada está preparada para apresentar tudo da forma mais adequada.

Portanto, se você desconfia que foi vítima de erro médico, não adie sua decisão: tempo é um fator determinante para alcançar justiça.

Vale a pena tentar um acordo antes de entrar com ação?

Sim, em muitos casos, tentar um acordo extrajudicial é uma alternativa vantajosa e inteligente, especialmente em situações que envolvem erro médico. A área do direito médico lida com questões delicadas que envolvem a saúde, a integridade física e emocional das pessoas, e muitas vezes o paciente está em um momento de fragilidade. Nesse contexto, soluções rápidas e eficazes podem ser mais adequadas do que enfrentar um longo processo judicial.

Do ponto de vista do direito civil, o acordo é plenamente válido e reconhecido como uma forma legítima de resolver demandas. Ele pode ser buscado antes ou até mesmo durante o curso de uma ação judicial, desde que respeite os direitos das partes envolvidas e esteja devidamente formalizado.

Quando o acordo é recomendado?

  • Quando o erro médico está bem documentado e há reconhecimento tácito do problema pela instituição ou pelos médicos envolvidos;

  • Quando o paciente busca uma solução célere para reparar os danos sofridos;

  • Quando há risco de ameaças à profissão do médico e a parte contrária prefere evitar repercussão pública;

  • Quando se deseja preservar a confidencialidade do ato médico e resolver no âmbito privado.

O acordo deve ser proposto e acompanhado por um advogado com experiência em direito médico, para garantir que os valores propostos sejam justos e que o paciente não abra mão de direitos importantes. É comum que hospitais e clínicas tentem minimizar suas responsabilidades — e é exatamente aí que a presença da advocacia especializada faz toda a diferença.

Em suma, acordos extrajudiciais bem conduzidos podem ser benéficos para todos os lados, desde que respeitem os limites legais e atendam às necessidades reais do paciente. Resolver uma questão de saúde com dignidade, segurança e amparo jurídico é sempre o melhor caminho.

Perceber que pode ter sido vítima de um erro médico não é fácil — envolve dor, dúvidas e, muitas vezes, indignação. Mas é justamente nesses momentos que o paciente precisa agir com informação, orientação segura e o amparo jurídico correto.

Buscar ajuda especializada não é um ato de vingança, mas de respeito aos seus direitos e à própria saúde. O sistema de Justiça existe para reparar falhas, proteger a dignidade humana e evitar que outras pessoas passem pelos mesmos sofrimentos.

Na Garrastazu Advogados, temos um núcleo dedicado exclusivamente ao direito médico, com profissionais preparados para ouvir, analisar cada caso com profundidade e atuar com estratégia, sensibilidade e técnica. Se você passou por uma situação que causou danos à sua saúde ou à sua qualidade de vida, não hesite: fale com nossa equipe e receba a orientação que você merece.

Advocacia Online e Digital
Acessível de todo o Brasil, onde quer que você esteja.

Enviar consulta

A qualquer hora, em qualquer lugar: nossa equipe está pronta para atender você com excelência.

Continue lendo: artigos relacionados

Fique por dentro das nossas novidades.

Acompanhe nosso blog e nossas redes sociais.

1
Atendimento via Whatsapp
Olá, qual seu problema jurídico?
Garrastazu Advogados
Garrastazu Advogados
Respondemos em alguns minutos.
Atendimento via Whatsapp

Atenção Clientes da Garrastazu

Fomos informados que golpistas estão se apresentando como sócios ou advogados vinculados a Garrastazu Advogados, trazendo falsa informação aos nossos clientes acerca de alvarás que teriam sido emitidos em seus nomes decorrentes de êxitos em processos patrocinados pela equipe da Garrastazu. Os estelionatários prometem que haverá liberação imediata destes alvarás na conta bancária dos clientes, mas solicitam, para viabilizar o levantamento do alvará, depósitos a títulos de "custas" (inexistentes) em contas que são dos próprios golpistas.

Cuidado! Não agimos desta forma. Alertamos que qualquer pagamento à Garrastazu Advogados só pode ser efetuado mediante depósito em conta bancária da própria Garrastazu Advogados. Jamais em contas de terceiros, sejam pessoas físicas, sejam pessoas jurídicas.

Estamos sempre à disposição por meio dos contatos oficiais anunciados em nosso “site”, que são os únicos canais legítimos de contato de nossa equipe com o mercado.

Sucesso!
Lorem ipsum dolor sit amet

Pensamos na sua privacidade

Usamos cookies para que sua experiência seja melhor. Ao continuar navegando você de acordo com os termos.

Aceito
Garrastazu

Aguarde

Estamos enviando sua solicitação...